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Banco Central da Nigéria Sanciona Bancos por Permitir Transações de Criptomoedas

As sanções fazem parte dos esforços do Banco Central da Nigéria (CBN) para desencorajar o uso de criptomoedas e estabelecer firmemente restrições comerciais ao comércio de criptomoedas.

O CBN penalizou três bancos comerciais no país por não seguirem uma diretiva do regulamento que proíbe os consumidores de realizar transações em criptomoedas.

Sanções do Banco Central da Nigéria

De acordo com o último relatório da Bloomberg, as instituições financeiras foram multadas por violar uma restrição de negociação de criptomoedas imposta há um ano. A CBN multou o Stanbic IBTC Bank, que é a unidade doméstica do Standard Bank Group Ltd., em 500 milhões de nairas por duas contas supostamente usadas para transações de criptomoedas.

Um arquivo da Nigerian Exchange Ltd alegou que o maior credor do país, Access Bank Plc, recebeu uma multa de 100 milhões de nairas por não encerrar as contas de criptomoedas dos usuários. O United Bank for Africa (UBA) incorreu em uma multa de 100 milhões de nairas por transações em moeda digital por um cliente. O Fidelity Bank Plc, o banco comercial de pleno direito, por outro lado, foi multado em 14,3 milhões de nairas.

O CEO Wole Adeniyi revelou que o Stanbic IBTC seguiu a regulamentação do banco central, no entanto, as transações sancionadas podem ter passado por seu sistema sem serem detectadas. Adeniyi disse ainda que o banco central conseguiu identificar as transações relevantes devido à “capacidade avançada” a que nem os credores do país têm acesso. A plataforma instou o banco central a compartilhar a tecnologia. O executivo especulou:

“Parece que eles não vão receber um reembolso, mas agora estão a compartilhar informações connosco para poder deter os clientes.”

Clima das Criptomoedas na Nigéria

O governo da Nigéria não é particularmente amigo das criptomoedas. Mas o país da África Ocidental abriga o maior volume de transações de criptomoedas fora dos Estados Unidos. O país mais populoso do continente também é responsável pela maior proporção de usuários de varejo que executam transações abaixo de US$ 10.000, de acordo com a plataforma de inteligência blockchain Chainalysis.

Em fevereiro passado, a CBN divulgou uma ordem para fechar as contas dos titulares envolvidos na transação ou operação de exchanges de criptomoedas. O banco central enviou a circular aos estabelecimentos financeiros nacionais e alertou para severas sanções regulatórias caso não cumpram.

Oito meses após a proibição, o regulador financeiro da Nigéria – Securities and Exchange Commission – anunciou a criação de uma unidade de pesquisa como parte de seu esforço para regular o setor.

 

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